sábado, 20 de novembro de 2010

Povas de 5ª e 6ª séries





Essa foi para 5ª série( 4º bimestre)

A PRETA SE APRESENTA
Heloisa Pires Lima
[...]
Eu sou a Preta. Era minha madrinha, a tia Carula, uma irmã querida de minha mãe, que me chamava assim. Ela sempre chegava com um lencinho na cabeça e uma sacola de palha cheia de novidades, que eu abria sentindo cheirinho de boneca nova, de joguinho para brincar, de roupa bonita, de livrinhos de história com perfume de papel colorido.
- Preta, vim te buscar!
As férias traziam com ela flores que eu nunca tinha visto e montanhas onde o mundo ficava embaixo, depois das nuvens.
Mas o melhor de tudo eram os aniversários, quando a tia chegava para ajudar minha mãe a preparar delícias.
Porém, o grande amor que nascia do coração de tia Carula ficou principalmente na minha lembrança de certos dias tristes em que ela chegava com sua sacolinha de carinhos. E só ela sabia me chamar de Preta desse jeito que ficou tão doce. Olha que engraçado: quando outros diziam que eu era preta eu achava estranho.
- Eu não sou preta, eu sou marrom. Cor de doce de leite, como a canela, como o chocolate, como o brigadeiro. Cor de telha, cor de terra. Eu sou assim... da cor dos olhos dos meus pais!
E fui aos poucos descobrindo que eu era a Preta marrom, uma menina negra. Ser negra é como me percebem? Ou como eu me percebo? Ou como vejo e sinto me perceberem? Tenho um amigo que só às vezes é preto. Que fica preto quando vai à praia no verão. Ser negro é muito mais do que ter um bronze na pele.
Como é, afinal, ser uma pessoa negra? Eu só respondo quando responderem como é que é ser uma pessoa que não é negra.
Uma vez, sentei debaixo da parreira de uva, na casa da vó Lídia. A vó Lídia sempre ficava por ali, arrumando suas plantinhas, enchendo o mundo com cheiro de terra molhada. Nossa conversa era ela perguntar pouco e eu responder pouquinho. Mas tinha um amor que grudava a gente, uma na outra. Lá estava ela, a vó linda com sua cor negra, cabelo branquinho, olhos serenos, mãos fortes e uma perna manca. E aí eu perguntei:
_ Vó, quem inventou a cor das pessoas?
Isso eu perguntei porque havia aprendido que uns são amarelos, outros brancos e outros vermelhos. Ela disse:
_ Eu só respondo se tu me disser quem inventou o nome da cor das pessoas.
Eu fiquei lá, pensando e chupando uva, e ela continuou plantando suas sementes.
Dizem que sou afro – etiqueta para todos ou tudo o que é parecido com algo ou alguém da África. Euro é a etiqueta para semelhanças européias. E outros continentes, que etiqueta recebem?
Afro tem em todos os países. Por exemplo, existem os afro-brasileiros, os afro-americanos, os afro-cubanos, os afro-franceses. Será que tem afro-sueco? Enfim, é o seguinte: afro vem de se ter uma origem africana.
[...] Fui aprendendo que trago dentro de mim um pouco do que meus pais e avós e bisavós, trisavós, tataravós e... – depois eu não sei mais como chama – foram. É assim: para nascer é preciso duas origens, ou seja, o lado da mãe e o lado do pai. Cada um traz um monte de origens. O lado do pai traz as origens da parte de seu pai e as da parte de sua mãe. O lado da mãe, por sua vez, também carrega a parte de seu pai e a parte de sua mãe. Todo o mundo nasce carregado de origens.
E, se é assim, então quantas origens carrego dentro de mim? Quantas sementes?
Também tenho parentes alemães por parte da minha avó, clara, casada com meu avô negro índio, guarani de ascendência charrua. Que confusão! Outro dia eu conversei com um amigo loiro cuja mãe sempre conta com orgulho que sua avó era negra. Nos entreolhamos sorrindo. Eu, negra descendente de alemães, e ele, loiro descendente de crioulos. Ninguém acredita!

Atividade de interpretação de texto

Leia com muita atenção as questões que se seguem e escolha uma única resposta correta.
Depois de ler o texto: “A Preta se apresenta”, responda as questões de 1 a 5

Questao 1:

1- Quem conta a história do texto é:
(A) a tia Carula.
(B) a vovó Lídia.
(C) a menina Preta.
(D) a mãe da menina.

Questao 2:

De acordo com o trecho “E só ela sabia me chamar de Preta desse jeito que ficou tão doce. Olha que engraçado: quando outros diziam que eu era preta eu achava estranho.” Podemos afirmar que a menina:
(A) gostava de ser chamada de Preta por todas as pessoas.
(B) gostava de ser chamada de Preta somente por sua tia Carula, pois era um apelido carinhoso.
(C) não gostava de ser chamada de Preta por ninguém, pois achava que era uma forma de discriminação.
(D) gostava de ser chamada de Preta por sua mãe e avó.

Questão 3:
“A Preta se apresenta” é um texto que trata principalmente:
(A) de uma historia sobre a escravidão dos negros.
(B) dos costumes e crenças dos índios.
(C) da questão do racismo no Brasil.
(D) de lembranças da vida de uma menina apresentando ao mesmo tempo suas idéias e sentimentos.

Questão 4:

Na expressão “Nossa conversa era ela perguntar pouco e eu responder pouquinho” a palavra em destaque se refere a:
(A) menina Preta.
(B) madrinha de Preta
(C) a avó de Preta
(D) a mãe de Preta

Questão 5:

“Eu fiquei lá, pensando e chupando uva, e ela continuou plantando suas sementes.” A palavra sublinhada se refere a:

(A) a tia Carula.
(B) a avó de Preta.
(C) a mãe de Preta.
(D) a menina Preta.

Questão 6:
Leia o texto e responda à questão.
BIOGRAFIA DE ZUMBI

São poucos os dados biográficos do ultimo rei dos Palmares. Zumbi foi capturado pela expedição de Brás da Rocha Cardoso em 1655, ainda menino. Foi criado pelo padre Antonio Melo e batizado com o nome de Francisco. Aprendeu português e latim. Zumbi não aceitou a escravidão e fugiu.
Viveu em Palmares ajudando na construção e organização do quilombo. Tornou-se o mais importante líder. Em 1694 o quilombo foi atacado. Zumbi resistiu junto com seus homens. Alguns historiadores chegam a afirmar que ele teria cometido suicídio, jogando-se de um penhasco para não voltar a ser escravo. Outros afirmam que Zumbi foi ferido e continuou na guerrilha até ser traído por um companheiro e morto em 20 e novembro de 1695, em uma emboscada.
Fonte: Porta Aberta: História e geografia/ Mirna Lima.
– Nova edição- São Paulo: FTD, 2005

De acordo com que foi lido no texto acima, podemos afirmar que biografia é:
(A) escrever sobre o povo negro.
(B) contar uma história com personagens imaginários.
(C) fazer uma descrição detalhada da vida de uma pessoa.
(D) escrever sobre os quilombos.

7.Complete com “eu” ou “mim”:
a)- eles chegaram antes de ____ .- há algum trabalho para _____ fazer?- há algum trabalho para _____ ?- ele pediu para _____ elaborar alguns exercícios;- para _____, viajar de trem é uma aventura deliciosa;a) mim – mim – mim – mim – mim;b) mim – eu – eu – eu – mim;c) eu – eu – mim –mim – eu;d) eu – mim –eu – mim – eu;e) mim – eu – mim – eu – mim.

8. Assinale a única frase correta quanto ao uso dos pronomes pessoais:
a) você não pode ir sem eu;
b) meu amigo, o diretor quer falar consigo;
c) entre eu e tu não pode haver romance;
d) era para mim encontrar a solução do problema;
e) para mim, jogador de futebol tem que ter raça.
Complete corretamente as questões 3 e 4:
9-Era para _________ falar ________ ontem, mas não __________ encontrei em parte alguma.

a) mim – consigo – o;
b) eu – com ele – lhe;
c) mim – consigo – lhe;
d) mim – contigo – te
e) eu – com ele – o .

10. Complete as lacunas:
I – de presente, deu-lhe, um livro para _____ ler.II - de presente, deu um livro para _______ .III - nada mais há entre _______ e você .IV - sempre houve entendimentos entre _______ e ti.V - José, espere, vou _______ .
a) ela – mim – eu – eu – consigo;
b) ela – eu – mim – eu – consigo;
c) ela – mim – mim – mim – com você;
d) ela – mim – eu – eu – consigo;
e) ela – mim – eu – mim – consigo.
Boa prova! Beijos, professora Vilma Kardec


Essa aqui foi para 6ª série

A PRETA SE APRESENTA
Heloisa Pires Lima
[...]
Eu sou a Preta. Era minha madrinha, a tia Carula, uma irmã querida de minha mãe, que me chamava assim. Ela sempre chegava com um lencinho na cabeça e uma sacola de palha cheia de novidades, que eu abria sentindo cheirinho de boneca nova, de joguinho para brincar, de roupa bonita, de livrinhos de história com perfume de papel colorido.
- Preta, vim te buscar!
As férias traziam com ela flores que eu nunca tinha visto e montanhas onde o mundo ficava embaixo, depois das nuvens.
Mas o melhor de tudo eram os aniversários, quando a tia chegava para ajudar minha mãe a preparar delícias.
Porém, o grande amor que nascia do coração de tia Carula ficou principalmente na minha lembrança de certos dias tristes em que ela chegava com sua sacolinha de carinhos. E só ela sabia me chamar de Preta desse jeito que ficou tão doce. Olha que engraçado: quando outros diziam que eu era preta eu achava estranho.
- Eu não sou preta, eu sou marrom. Cor de doce de leite, como a canela, como o chocolate, como o brigadeiro. Cor de telha, cor de terra. Eu sou assim... da cor dos olhos dos meus pais!
E fui aos poucos descobrindo que eu era a Preta marrom, uma menina negra. Ser negra é como me percebem? Ou como eu me percebo? Ou como vejo e sinto me perceberem? Tenho um amigo que só às vezes é preto. Que fica preto quando vai à praia no verão. Ser negro é muito mais do que ter um bronze na pele.
Como é, afinal, ser uma pessoa negra? Eu só respondo quando responderem como é que é ser uma pessoa que não é negra.
Uma vez, sentei debaixo da parreira de uva, na casa da vó Lídia. A vó Lídia sempre ficava por ali, arrumando suas plantinhas, enchendo o mundo com cheiro de terra molhada. Nossa conversa era ela perguntar pouco e eu responder pouquinho. Mas tinha um amor que grudava a gente, uma na outra. Lá estava ela, a vó linda com sua cor negra, cabelo branquinho, olhos serenos, mãos fortes e uma perna manca. E aí eu perguntei:
_ Vó, quem inventou a cor das pessoas?
Isso eu perguntei porque havia aprendido que uns são amarelos, outros brancos e outros vermelhos. Ela disse:
_ Eu só respondo se tu me disser quem inventou o nome da cor das pessoas.
Eu fiquei lá, pensando e chupando uva, e ela continuou plantando suas sementes.
Dizem que sou afro – etiqueta para todos ou tudo o que é parecido com algo ou alguém da África. Euro é a etiqueta para semelhanças européias. E outros continentes, que etiqueta recebem?
Afro tem em todos os países. Por exemplo, existem os afro-brasileiros, os afro-americanos, os afro-cubanos, os afro-franceses. Será que tem afro-sueco? Enfim, é o seguinte: afro vem de se ter uma origem africana.
[...] Fui aprendendo que trago dentro de mim um pouco do que meus pais e avós e bisavós, trisavós, tataravós e... – depois eu não sei mais como chama – foram. É assim: para nascer é preciso duas origens, ou seja, o lado da mãe e o lado do pai. Cada um traz um monte de origens. O lado do pai traz as origens da parte de seu pai e as da parte de sua mãe. O lado da mãe, por sua vez, também carrega a parte de seu pai e a parte de sua mãe. Todo o mundo nasce carregado de origens.
E, se é assim, então quantas origens carrego dentro de mim? Quantas sementes?
Também tenho parentes alemães por parte da minha avó, clara, casada com meu avô negro índio, guarani de ascendência charrua. Que confusão! Outro dia eu conversei com um amigo loiro cuja mãe sempre conta com orgulho que sua avó era negra. Nos entreolhamos sorrindo. Eu, negra descendente de alemães, e ele, loiro descendente de crioulos. Ninguém acredita!


Leia com muita atenção as questões que se seguem e escolha uma única resposta correta.
Depois de ler o texto: “A Preta se apresenta”, responda as questões de 1 a 4
Questão 1:
“Tenho um amigo que só às vezes é preto.” Essa frase quer dizer:

(A) que seu amigo não é negro, mas fica negro quando se bronzeia.
(B) que podemos escolher a cor de nossa pele.
(C) que ela só tem amigos negros.
(D) que ela não gosta de ter amigos negros.

Questão 2:

A frase que não expressa uma opinião é:
(A) “Ser negro é muito mais do que ter um bronze na pele.”
(B) “Mas o melhor de tudo eram os aniversários...”
(C) “Quando os outros diziam que era preta eu achava estranho.”
(D) “Uma vez sentei debaixo da parreira de uva, na casa da vó Lídia.”

Questão 3:

O texto trata principalmente:
(A) das visitas e do carinho que Tia Carula tinha por Preta.
(B) do amor que Preta sentia por sua avó Lídia.
(C) de lembranças da vida de uma menina apresentando ao mesmo tempo suas idéias e sentimentos.
(D) da importância das cores preta e marrom para a menina.

Questão 4:

“Desde a época em que minhas pernas ficaram compridas e meu peito parecia um balão que se enchia, fui aprendendo que trago dentro de mim um pouco do que meus pais e avós e bisavós, trisavôs, tataravôs e...” A pontuação usada no final da frase sugere que:

(A) havia mais parentes na seqüência familiar mas Preta não sabia como se chamavam.
(B) a Preta estava cansada de falar em familiares.
(C) a menina estava muito confusa quanto a suas origens.
(D) não havia mais ninguém para ser dito.

Questão 5:

Esse cartaz pretende:

(A) incentivar o trabalho escravo em nosso país.
(B) acabar com toda forma de trabalho escravo no Brasil.
(C) valorizar os escravos que ainda existem no país.
(D) contribuir para que os patrões contratem uma mão de obra mais barata.

Questão 6:

A mensagem que o cartaz nos transmite é:
(A) que seja contrário ao racismo no futebol.
(B) que seja favorável ao racismo no futebol.
(C) que não há situações de racismo no futebol.
(D) que existem várias situações de racismo no futebol.

Questão 7:
Oração da Menina Preta ( Maria Célia Bueno)
Penso, Senhor, que no meu primeiro dia
Dispunha o meu Deus só de tinta preta
E assim me coloriu toda, inteira...
Ah, Senhor, que grande lapso!
...
Escuridão é rejeição, Senhor!
É cara virada
É porta fechada
É conversa apressada
É carícia negada
É ter de falar baixo para que vozes sobressaiam
É ter de sorrir depois, para que os outros riam primeiro
É ter de chorar pouco, para que o choro dos outros seja mais forte
É ter de viver depressa, para incomodar menos.
Os brancos, Senhor, me lançam um olhar negro
Veem negra minha alma
Veem negra minha palavra
Veem negro meu gesto.
Irremediavelmente eu enegreço o mundo deles...
Fonte:RADESPIEL, Maria, Alfabetização sem Segredos,
No texto “Oração da Menina Preta”, há várias afirmativas sobre como a menina se sente em relação a sua cor e de como ela é tratada por outras pessoas. De acordo com esta parte do texto, podemos observar que:

(A) a oração feita pela menina é de agradecimento a Deus por sua pele ser negra, o que lhe trás muita alegria.
(B) a menina percebe que as pessoas de pele negra são tratadas da mesma forma que as pessoas de pele clara e por isso agradece a Deus.
(C) a oração da menina é um desabafo a Deus porque para ela é muito triste e doloroso ter a pele negra devido ao preconceito existente por parte das pessoas.
(D) a menina faz um pedido para que Deus mude a cor de sua pele clara para negra, pois sabe que assim será feliz.

Questão 8:

Observando o gráfico podemos afirma que:

(A) no ano de 1950 o numero de pessoas em cada cor é o mesmo.
(B) no ano de 1980 o numero dos “pretos” é maior que o numero de brancos.
(C) o numero de pessoas pardas diminuiu.
(D)o numeros de pessoas brancas aumentou.
Nosso estudo de gramática

1. "Um esparso tilintar de chocalhos e guizos morria pelas quebradas." Qual é o sujeito e o tipo de sujeito desta oração?

a) Um esparso tilintar de chocalhos e guizos / simples.
b) Um esparso tilintar de chocalhos e guizos / composto.
c) Um esparso tilintar / simples.
d) Chocalhos e guizos / composto.

2. "Não choremos, amigos, a mocidade." Qual é o tipo de sujeito desta oração?
a) Sujeito indeterminado.
b) Sujeito oculto.
c) Sujeito simples.
d) Oração sem sujeito.

3. "Corriam por aqueles dias boatos da revolução." Nesta oração o tipo de sujeito é:
a) Sujeito simples.
b) Sujeito oculto.
c) Oração sem sujeito.
d) Sujeito indeterminado.
4. "O homem, a fera e o inseto, à sombra delas, vivem livres de fome e fadigas." Nesta oração o sujeito é:

a) Sujeito indeterminado.
b) Oração sem sujeito.
c) Sujeito oculto.
d) Sujeito composto.

5. Justifique por que o sujeito desta oração é oculto: "Não chores, meu filho."

a) Não é possível identificar o sujeito.
b) O sujeito é o próprio verbo.
c) O praticante da ação é "tu", mas não aparece grafado.
d) O sujeito está indeterminado.

6. Circule o sujeito e sublinhe o núcleo do sujeito:
a. O gato de pêlo branco dormiu no telhado.
b. Os meus dois irmãos são morenos.
c. Viver é bom.
d. Despreocupadas, as pessoas passeavam.
7-Classifique os sujeitos em (s)simples ou (c)compostos:
a. Eu fiz o teste.( )
b. As doenças e as guerras ceifam milhares de vidas.( )
c. Agora só buscas as praias ardentes. (José de Alencar( )
d. Pedro, eu passei no vestibular!!!!( )
e. Devido às fortes chuvas, os rios estavam cheios.( )

8- Sublinhe os predicados e classifique em NOMINAL, VERBAL ou VERBO-NOMINAL
.a. Nossos guerreiros voltaram.
b. Nossos guerreiros são vitoriosos.
c. Nossos guerreiros voltaram vitoriosos.
d. O mágico parece ágil.
e. As fábricas apitavam.
f. Nossos guerreiros lutaram bravamente.
g. Os rapazes receberam alegres as medalhas.
h. Os pessegueiros floresceram.
i. O tempo continua chuvoso.
9- Identifique os sujeitos e sublinhe os predicado:(SIMPLES(S)/COMPOSTO(C)/ INDETERMINADO(I)/OCULTO(O))
( ) O médico trancou-se no consultório.
( ) Aqui se assiste a bons filmes.
( ) Viajarei amanhã.
( ) Apagaram o quadro.
( ) Jornais e revistas publicaram o aniversário do CMPA.

BOA PROVA, DIGA NÃO AO RACISMO, DIGA NÃO A DISCRIMINAÇÃO
BEIJOS, PROFESSORA VILMA KARDEC

(O texto e algumas questões foram elaborados por nós, professores, coordenadores e direção da EC 64 de Ceilândia em 2009)

Nenhum comentário:

Postar um comentário