O aluno da sala de
Recursos do Cef 17 de Taguatinga, Carlos Eduardo, inventou uma máquina para reciclar lixo na intenção de contribuir
com a preservação do meio ambiente. A presente invenção se refere a uma máquina
feita com materiais retirados do lixo e esta máquina está composta basicamente por: garrafa pet, uma vitrola velha ,isopor, uma esteira, uma câmara receptora,
um motorzinho. Esta máquina não necessita de água em seu processo industrial,
nem lavar ou limpar o lixo que é processado, não contamina o ambiente, possui
um baixo custo de operação, já que é eficiente e pode ser operada por apenas
uma pessoa. O aluno deu o nome de Recicla Cron ao seu invento e
participou da feira de ciências promovida pela Secretaria de Educação do DF e
no encontro dos alunos com Necessidades Especiais no Taguapark. O aluno deu
entrevista numa rede de televisão local e fez muito sucesso apresentando seu
invento as autoridades e visitantes que
ali compareceram. Segue abaixo as fotos das apresentações do aluno Carlos
Eduardo.
Aluno: Carlos Eduardo está cursando o 8º ano,
apresenta dificuldades na leitura e na escrita, tem diagnóstico de DI. O aluno
é um gênio em invenções e demonstra muito interesse em eletrônica. Conhece os
termos e fala com propriedade a respeito de eletrônica, mas se pedir que
escreva uma palavra, como “eletrodo” ele já tropeça nas letras. Ele é
surpreendente e tem o respeito e o carinho dos profissionais e dos colegas do
CEF 17 de Taguatinga. Essa invenção é bem criativa, porém, seu funcionamento
não é real, tem todo um histórico e uma intenção que foi escrita em relatório e
concretizada numa “máquina criativa e ainda em aprimoramento”. Fizemos pesquisas na Internet, assistimos vídeos no youtube, colhemos informações, gravamos as experiências e enfim, foi possível criar a engenhoca . O aluno Recebe Atendimento Educacional Especializado
duas vezes por semana, duas horas por dia.
O processo de inclusão ocorre diariamente, a Sala de Recursos procura trabalhar com a sensibilização de professores e alunos da escola todo o tempo, com palestras, filmes, atividades lúdicas, construção de cartazes, contando histórias.Os alunos ANEE sempre participam das atividades.
O processo de inclusão ocorre diariamente, a Sala de Recursos procura trabalhar com a sensibilização de professores e alunos da escola todo o tempo, com palestras, filmes, atividades lúdicas, construção de cartazes, contando histórias.Os alunos ANEE sempre participam das atividades.
“...a inclusão depende de um fazer discutido, refletido, de
novas tomadas de decisão, num processo dialógico de implementação e resistência
no embate das crenças e valores de cada um, presentes no coletivo histórico de
nossas cidades e que são capazes de gerar novas culturas, novas práti cas e
soluções para cada caso.”
(Diva Albuquerque Maciel Coordenadora do curso de Especialização
em Desenvolvimento Humano, Educação e Inclusão Escolar – UAB/UnB
Silviane Barbato Coordenadora
do curso de Pós-Graduação e em Desenvolvimento Humano e Saúde – IP/UnB)

